Alyne Arins
Há exatos 18 anos, a iniciante atriz Alyne Arins, na época com dezenove anos de idade, estreava no Festival de Monólogos de Jundiaí - SP, 15 min do monólogo Brain Storm. Com texto livremente adaptado a partir de crônicas de Clarice Lispector, a peça, além de prêmio, ganhou volume, estrada e, ao longo do tempo, adaptada para diferentes espaços, cênicos ou não. Brain Storm é um marco na carreira da atriz que juntamente com a encenação e direção originais do irreverente ator / diretor Mário Rebouças, amadureceu, ganhou consistência encontrando regozijo na tal fé cênica tão ambicionada pelos atores e atrizes desse mundo dionisíaco. Hoje, a peça, já atingida sua maioridade, celebra, em formato audiovisual, o centenário desta que, sem sombra de dúvida, é e sempre será uma das maiores escritoras de nosso tempo: Clarice Lispector. Esse projeto foi contemplado pelo Edital #SCultura em sua casa e conta com o apoio da Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina.
Evoé!
Alyne Arins é mãe do Pedro, da Ludmila e dos gêmeos Bento e Benjamin. Atriz profissional desde 2005, é formada em Pedagogia pela UNESP (Rio Claro – SP). Ao longo de sua trajetória artística fundou a Cia. Solo de Teatro de Jundiaí – SP ao lado do ator e diretor Mário Rebouças, sendo Brain Storm a primeira montagem do grupo em 2002. Interessa-se por artes visuais (desenha e pinta sem pretensões profissionais), estuda canto e no momento aprofunda-se no trabalho com a voz desenvolvendo pesquisa nessa área de forma autônoma.